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quarta-feira, 13 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
Financiamento imobiliário: saiba quando vale a pena pagar um imóvel em até 35 anos
Um maior prazo de financiamento significa que o cliente vai pagar, no total, um valor maior de juros. Mesmo que as taxas tenham caído, o juro é calculado em função do tempo
Na onda de redução de juros e apoio ao crédito que inundou o Brasil, a mais recente mudança nos financiamentos habitacionais pela Caixa Econômica Federal pode ser apenas uma marolinha. A partir de 11 de junho de 2012, quem for comprar imóveis terá mais uma opção para pagar menos na concretização do sonho da casa própria, pelo menos na largada. Para aqueles que puderem alargar o prazo de 30 para 35 anos, a entrada ficou menor e, em alguns casos, o preço da prestação também. Mas o consumidor precisa ficar atento: a ampliação do prazo do financiamento aumenta, necessariamente, o valor total pago pelos juros, no montante da dívida.A mudança, dessa vez, não é para todos. Em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, o imóvel dos sonhos deve valer a partir de R$ 130 mil para quem tem renda inferior a R$ 5 mil. Para quem ganha mais do que esse valor não há limite de preço do imóvel, apenas deve lembrar que sempre a prestação deve equivaler no máximo a 30% do rendimento da família. Para outros tipos de financiamentos, incluindo o Minha Casa, Minha Vida, o prazo não muda.
Para o gerente regional da Caixa, Júlio César Pavin, a possibilidade de pagar em até 35 anos beneficia aquelaspessoas que tinham o desejo de comprar determinado imóvel, mas a sua renda não era suficiente para financiá-lo. "O valor da prestação pode ficar mais baixo desde o início, então aumentam as possibilidades para o cliente."
Outra vantagem é que o comprador pode optar também por reduzir a entrada. Se o consumidor pensava em fazer um empréstimo para dar a entrada na moradia, vale a pena diminuí-la. Mesmo que as prestações do imóvel não caiam tanto, vale a pena pagar menos na largada porque as taxas de juros da habitação são as menores do mercado.
Atenção
Essas mudanças não são motivo de euforia, conforme alerta Luciane Varisco, diretora administrativa do escritório da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH) em Porto Alegre. Maior prazo de financiamento significa que o cliente vai pagar, no total, um valor maior de juros. Mesmo que as taxas tenham caído, o juro é calculado em função do tempo. Assim, para gastar menos, deve-se pagar antes.
"O consumidor está acostumado a esticar os prazos dos pagamentos até o máximo, pensando apenas se a prestação cabe no salário, e os bancos estimulam isso. Mas, se a pessoa tem condições de pagar em 20 anos, por que não contratar para um prazo menor?", questiona Luciane.
Para ela, a redução na taxa de juros não é tão significativa e o alargamento no tempo de pagamento da dívida beneficia mais os bancos e financeiras do que o consumidor. Seria uma forma de compensação aos bancos que estão ganhando menos com a redução nas taxas de juros.
Outro motivo de preocupação por parte do consumidor é calcular o risco que assume ao empenhar parte da renda na compra de um imóvel. Para esse tipo de financiamento, a garantia para o banco, no caso de inadimplência, é chamada de alienação fiduciária. Isso significa que, caso o cliente fique somente três meses sem pagar as parcelas, as instituições podem imediatamente ter a posse legal do imóvel.
"Todo mundo pensa em honrar suas dívidas, mas urgências podem acontecer, como doenças ou mesmo o desemprego. Por isso orientamos os clientes a comprometerem, no máximo, 15% da própria renda e, além disso, encurtarem o prazo sempre que possível."
Santander
No dia 6 de junho de 2012, o Santander também anunciou a ampliação para até 35 anos no financiamento da casa própria. A novidade vale para contratos assinados a partir de 6 de julho de 2012.
fonte: clipping imóveis
quarta-feira, 30 de maio de 2012
terça-feira, 29 de maio de 2012
QUAIS AS CONDIÇÕES PARA A UTILIZAÇÃO DO FGTS?
Depende do seu objetivo
O Sistema Hipotecário e Financeiro Imobiliário não permitem o uso do FGTS, a não ser que você migre para o SFH e atenda às exigências para a utilização do fundo - nesse caso, o FGTS poderá ser usado para a liquidação do saldo devedor.
No Sistema Financeiro da Habitação, você pode usar o FGTS para dar entrada, diminuir o valor da prestação e fazer amortizações ou quitar o saldo devedor, em financiamento concedido para a compra de imóvel para a sua residência.
Você também pode usar o FGTS para construir ou dar entrada na compra de imóvel residencial na planta, desde que haja um financiamento. Para que você possa usar o FGTS, o imóvel tem de ser avaliaado por um agente financeiro ou custar até R$ 300 mil. A soma dos recursos do FGTS que você vai usar e do financiamento também não pode ultrapassar esse valor, que é alterado periodicamente - acompanhe. No caso de compra de imóvel em construção ou na planta, os valores de referência são os de avaliação, de compra e venda ou de custo total da obra.
O FGTS pde ser udado em mais de uma etapa do financiamento. Para abater as prestações ou o saldo devedor, você precisa pelo menos o equivalente a doze prestações na conta do fundo. O valor da redução das prestações é o mesmo durante doze meses e você terá de renovar a operação a cada ano. É exigida uma carência de dois anos entre operações para amortizar ou liquidar o saldo devedor, com utilização do fundo.
Para usar o FGTS é preciso:
- Ter trabalhado pelo menos três anos como optante do FGTS.
- Que o imóvel a ser adquirido esteja situado na cidade em que você mora, no mínimo, há um ano ( em caso de mudança por transferência profissional, não há prazo mínimo) ou em cidade na qual você exerça a principal atividade profissional, em cidades vizinhas ou da mesma região metropolitana.
- Pedir a liberação dos recursos do FGTS através de uma agente financeiro (os agentes cobram uma taxa pelo serviço).
- Podem ser usados os recursos do FGTS de mais de uma pessoa, desde que sejam co-adquirentes do imóvel.
O FGTS não pode ser usado:
- Na compra de imóvel para residência de terceiros, mesmo que sejam parentes.
- Na compra de imóveis para lazer - casa de campo e de praia, por exemplo.
- Na ampliação ou reforma de imóveis.
- Na compra de terrenos.
- Na construção ou compra de imóvel comercial - se o imóvel que você quer comprar tiver uma parte comercial e outra residencial, apenas a parte residencial tem cobertura do FGTS.
- Para nova utilização do imóvel, que foi adquirido com utilização do FGTS, há menos de três anos.
- Para obtenção de carta de crédito ou quitação de dívida de consórcio.
- Para outro financiamento, no SFH, em qualquer parte do país
- Para beneficiar aquele que tem outro imóvel na cidade em que mora ou na qual exerce a principal atividade profissional, nos municípios vizinhos ou na região metropolitana.
- Na amortização ou liquidação de saldo devedor e no pagamento de parte de prestações de financiamentos fora do SFH.
- Na amortização ou liquidação de saldo devedor e no pagamento de parte de prestações de segundo financiamento concedido no SFH, depois de 25/06/1998.
- Na amortização ou liquidação de saldo devedor e no pagamento de parte de prestações de contrato inadimplente.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
domingo, 6 de maio de 2012
CONHEÇA A POUPANÇA MODERNA, SEGURA E LUCRATIVA
A economia de mercado é uma escala que proporciona ganhos sempre para quem conhece e aproveita as oportunidades. Com intuito de levar conhecimento às pessoas, relato a situação atual, a passada há alguns anos e as perspectivas para os próximos anos, de economistas e minha opinião pessoal, para maior segurança em suas aplicações.
Nos dias de hoje, os juros da taxa selic(taxa fixa para estimular o crescimento e norteia quase todas atividades econômicas), do cheque especial, do crédito imobiliário e outros tiveram um redução substancial, gerando ganho imediato, em torno de, 20%(vinte por cento).
Isso proporciona realizar um plano de poupança mais personalizado e lucrativo pra cada cidadão de acordo com sua renda, conforme podemos confirmar nas declarações abaixo:
1) Os bancos públicos obrigam os bancos privados a reduzirem os juros, na busca do da diminuição do SPREAD bancário, e o consumidor adquire seus produtos com valores de financiamentos muito menores. E com menores juros das redes varejistas
O financiamento de um imóvel possui o crédito imobiliário sendo um dos mais baratos do mundo. Fonte: Programa Pronto atendimento – TV Cultura (24.04.2012)
2) O rendimento da caderneta de poupança bancária possui um histórico de segurança e rentabilidade, conforme (05.05.2012). A regra para aqueles depósitos já efetuados até o dia 03 de maio de 2012 ainda valem antigas, ou seja, 0,5% mais a Taxa Referencial. Os rendimentos da caderneta continuarão isentos de pagamento do Imposto de Renda. Porém a partir de 04 de maio de 2012, as regras mudaram para investidores. Ou seja, os ganhos no mercado imobiliário podem ser maiores que a caderneta de poupança bancária. Fonte: http://www.financeone.com.br/investimentos/rendimento-e-historico-da-poupanca/
3) Segundo o Global Property Index, site voltado para investidores imobiliários, o crescimento no preço médio dos imóveis no Brasil foi de 28,79% de 2010 para 2011. Segundo dados do Sindicato da Habitação (Secovi), até dezembro de 2011 foram lançados um crescimento de cerca de 40% em comparação com 2004 - isso mesmo com uma ligeira desaceleração na comparação com 2010. (Fonte: Jornal do Brasil).
4) O ano de 2012 deve manter o crescimento sustentado do crédito imobiliário, segundo avaliação do economista-chefe do Secovi-SP (Sindicato da Habitação).
de 2%. (Fonte: InfoMoney).
Finalizo, este artigo com uma frase do meu avô: Quem poupa em terra, não erra, porque é seguro, lucrativo e sempre será moderno!
Os preços dos imóveis vão continuar subindo de maneira consistente no Brasil. Entenda por quê?
EDIÇÃO: 713 | Imóveis | 03.JUN.11 - 21:00 | Atualizado em 09.03.12 - 11:47
Abraços,
Edmar Melo Jr. – www.paulobaeta.com.br/edmar
sexta-feira, 4 de maio de 2012
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